A tomada de posição do presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), na questão desencadeada por um ministro a prazo(?), do actual governo, relativamente a uma eventual cobrança coerciva das dívidas dos clubes, parece não ter sido a mais adequada. Com efeito, Madaíl, não recuou perante a ameaça do ministro e deu o peito às "balas ministeriais" dando a sensação, aparente, de estar a defender os interesses dos clubes profissionais em Portugal.
O que importa é explicar ao presidente que não existem contribuintes normais e contribuintes de excepção. Se existem dívidas, as mesmas devem ser liquidadas tal como é devido.
A tomada de posição do responsável máximo pelo organismo que superintende o futebol nacional parece ser tudo menos demonstrativa de uma real intenção de proceder aos pagamentos em atraso de alguns dos emblemas.
E se se deve, tem que ser pago. É apenas uma questão de integridade, o que, na verdade, não abunda muito no futebol português.