A actuação da SAD do Benfica, relativamente a Tomo Sokota, é de lamentar. Esquecida a temporada fantástica realizada sob o comando de Camacho, os dias do croata, na Luz, são tudo menos felizes.
A sua continuidade não é indispensável para os dirigentes encarnados que optam, assim, por perder um dos seus mais valiosos jogadores do plantel. Sem qualquer compensação, e sem usufruto desportivo, ainda está por provar a existência de um elemento mais produtivo que o croata na frente de ataque do Benfica.
São políticas desportivas destas que levam um dos maiores emblemas nacionais a tão prolongado jejum. A doença desportiva está descortinada. É pena que, volta e meia, surjam absurdas linhas mestras directivas com cobertura plena de quem lidera. Assim se perdem campeonatos.