Um organismo como a Liga de Clubes a "meio gás" nunca pode ser benéfico para a organização do futebol de um país. Há, por agora, toda uma série de questões que se levantam às quais não se vislumbra uma solução consistente e eficaz.
A ausência de público nos estádios nacionais, essencialmente na Superliga, onde, em teoria, o nível das receitas deve ser maior, deveria levar a que o órgão máximo do futebol luso tomasse medidas concretas para evitar bancadas desertas. A maior parte delas nos estádios mais recentes.
Uma medida que por certo ajudará a minimizar as baixas afluências de público poderá ser a criação de um "Bilhete da Liga". Esse ingresso funcionaria a um preço simbólico, sobretudo para estudantes, famílias e reformados, devendo estar disponível nos estádios das competições profissionais de clubes. Mas, para quando uma tomada de posição semelhante?